Uma estudante inglesa encontrou um meio de proteger o cachorro dos fogos: Use meias

Você constantemente se preocupa com seus animais de estimação durante a queima de fogos perto de sua casa? Quando ocorrem as festas, os tutores de cães enfrentam sempre o mesmo problema: os fogos de artifício.

Esses artefatos causam um estresse enorme no cachorro, podendo levar até mesmo a problemas como convulsões, vômito e desmaio.

Uma estudante inglesa, no entanto, encontrou uma forma simples para proteger os cachorros: meias.

Caitlin Miller – este é o nome da estudante –, de 17 anos, mora em South Fields, um bairro de Londres (Inglaterra), com uma cadelinha e precisava encontrar um meio de deixar o pet menos assustado durante as queimas de fogos de artifício.

O “método Caitlin”

Há várias maneiras de acalmar os cachorros durante as queimas de fogos de artifício – comuns no Brasil e no mundo todo em partidas de futebol, festas de fim de ano, etc.

A estudante inglesa, no entanto, não tinha recursos para investir e precisava de um método barato e eficiente.

A estudante encontrou, na internet, notícias sobre as faixas antiestresse. Elas já são relativamente populares no Brasil e consistem em envolver os pets, com uma leve pressão, em faixas semelhantes às ataduras.

A explicação do método é que os cachorros são muito sensíveis especialmente na cabeça e nas pernas. A pressão das faixas atenua as reações neurológicas, mantendo essas regiões irrigadas e aquecidas.

Os cachorros entendem que o estresse é desnecessário: não há por que acionar os sistemas de defesa para combater os adversários que chegam com luzes e sons fortes.

É como se as faixas dessensibilizassem a cabeça e as pernas e, desta forma, o sistema nervoso central é “enganado”.

As faixas antiestresse, no entanto, são caras. No Brasil, elas são vendidas, em média, por R$ 80 a R$ 100 (na Inglaterra, o preço atinge 20 libras (quase R$ 160 no câmbio atual).

As camisetas calmantes (chamadas thunder shirts) são ainda mais caras, podendo chegar a R$ 150 para um cão de porte médio.

Caitilin não tinha dinheiro para adquirir a faixa, mas não podia deixar a cachorra à mercê dos fogos de artifício. A cadelinha se escondia sob a cama, mostrava-se agressiva e chegou a saltar de um carro, expondo-se a um acidente.

A estudante decidiu usar um par de meias velhas. Ela recortou os pés das meias, retirando o espaço dos dedos e dos calcanhares. Em seguiu, “vestiu” a cachorra com o tubo. O método está funcionando.

Aparentemente, a “meia calmante” é eficiente. Ela transmite a sensação de que os cães, à medida que se movimentam (ou apenas se espreguiçam) estão sendo acariciados.

É como se os pets dispusessem de mãos para fazer um cafuné nos momentos de medo e estresse.

O “método Caitlin” é totalmente gratuito e ainda resolve o problema de o que fazer com as meias velhas. A jovem postou a sua invenção nas redes sociais e já recebeu mais de 30 mil comentários e 12 mil compartilhamentos.

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